domingo, 3 de junho de 2018

La casa de papel

Assisti. Num feriado prolongado, me rendi à série espanhola, tão famosa e viciante. Confesso!
Eu li várias resenhas de alunos que me convenceram a assistir. Eu tinha me programado para assistir nas férias, pois já havia sido informada que eu seria tentada a emendar os episódios... Então, comecei sabendo que precisava de tempo para me dedicar à série (e eu tinha! feriadão prolongado em casa).
Curti a série porque achei divertida, alguns personagens caricatos...uma mistura de estratégias sérias e inteligentes com puro golpes de sorte.
Como observadora, me deparei com a humanidade à flor da pele... como somos regidos por nossas emoções... como cada indivíduo é único e isso não altera nossa necessidade de vivermos em sociedade, como indivíduos aceitos, que compartilham a vida.
Para mim, a série destacou a questão dos relacionamentos, que eles são frutos de nossas escolhas, e através da nossa relação com os outros, vamos direcionando nossos passos. Há tropeços, há quedas, há recomeços, há perdas, há conquistas... Resumindo... vivemos.
Claro, que em alguns momentos achei algumas cenas ridículas, a maioria compete ao "trabalho" da investigadora. Porém, sem deixar spoiler, apenas registrando minha opinião... preciso confessar algo.
...
Eu comecei a assistir a 2ª temporada e me cansei logo no 2º episódio... Pedi arrego... recorri à internet, li tudo que ia acontecer e para não perder tempo assisti ao último episódio só para me certificar de como realmente terminou.
Quer saber?
Ainda bem que pulei e não assisti a tudo!
No geral, vale a pena assistir... eu ri, eu pensei, eu vibrei, eu interagi, eu pulei episódios, fui para o último e não me arrependi:)
#lacasadepapel #miesperanca

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Peça Teatral (sem título)

Em 2009, eu participava do grupo de jovens da igreja que frequentava e era meu último ano como participante, pois no ano seguinte (2010) eu iria me casar (e casei!). Então, na época, fui convidada a escrever uma peça para a festa dos jovens. O tema da festa era a A volta de Jesus. É um tema bastante delicado (eu sei que Jesus vai voltar para buscar seu povo, mas eu já li Apocalipse 3 vezes, com direito a comentário bíblico e tudo... e até agora não compreendo quase nada). Eu só sei que Jesus vai voltar, pq um dia eu vou me encontrar com ele face a face, nisso eu acredito, eu sinto! Isso faz sentido para eu viver, e não apenas existir.
Voltando à peça... eu escrevi a peça e quero deixá-la registrada para uso livre (se vc achar que é útil, use-a). Só peço que mencione a fonte, ou seja, a autoria - que sou eu Miriam Camelo S. de Assis.
Para a peça ficar com cara de realidade, nós usamos as vinhetas do "Plantão da Globo" (aquela música que já faz a gente pensar em tragédia), da CBN (a rádio que toca notícia), o barulho de um despertador (bem antigo mesmo) e uma vinheta para o programa da peça (não lembro se pegamos do Programa do Jô ou de outro ou de inventamos mesmo... gente, o tempo passa e a memória fica fraca hahaha)
Só sei que a peça foi bem produzida e apresentada. Foi muito pertinente ao tema da festa.
A minha escrita não foi tão inovadora, pois peguei espaços/revelações/ideias já existentes e adaptei. Mas, o esforço da adaptação valeu a pena.
Segue a peça (ao ter a peça, caro leitor, você entenderá o motivo do título da postagem).
#criandopeça #peçateatral #Jesusvaivoltar




sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

A vida é breve

Fui convidada a escrever o texto do boletim mensal da igreja que frequento. Me senti honrada com o convite e aceitei imediatamente. No momento de elaborar o texto pensei muito na vida e na mensagem que gostaria de passar. Queria levar o leitor à reflexão sobre a vida, e principalmente ao reconhecimento da Fonte de vida abundante e eterna, considerando que estamos nos preparando para celebrar o Natal, o nascimento de Cristo.
Pois bem, redigi o texto a seguir.

Viver a vida
A vida é curta.  Sobre a brevidade da vida, a Bíblia, em Tiago 4.14, descreve que ela é um vapor que aparece por um pouco e logo se desvanece. A Palavra de Deus nos ensina a contarmos os nossos dias, pois só assim alcançaremos um coração sábio (Salmos 90.12). Contar os dias é aproveitar cada momento vivido, e isso só é possível quando vivemos no padrão de Deus, tendo a mente controlada pelo Espírito.
Muitas vezes só consideramos a brevidade da vida diante da morte. No entanto, a Escritura nos adverte a lembrar do Criador (Eclesiastes 12.1).   
Com a chegada de mais um fim de ano, refletimos nos acontecimentos do ano que está terminando e fazemos planos para o ano que se aproxima. Não espere o ano acabar para fazer um balanço sobre sua vida cristã, posicione-se hoje, como servo de Cristo, que sabe viver os dias.
Nas festas de final de ano nos reunimos com amigos e familiares. Aproveite estes encontros para compartilhar a verdadeira fonte de vida – Jesus. O mundo carece da esperança de salvação, a boa-nova deve ser vivenciada.

“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Isaías 9.6).

Escrevi o texto acima no dia 21/11/16. Uma semana após escrever sobre a brevidade da vida me deparo com a tragédia aérea que vitimou tanta gente cheia de esperança (o time da Chapecoense). A vida para 71 passageiros foi passageira demais. Havia muito para viver, a espera (para muitos) por viver tudo que almejavam estava no ápice, e o desfecho foi desolador. A espera de um sonho se tornou para as famílias a espera pelo corpo, a espera por um beijo, a espera por uma abraço, a espera por um sorriso, a espera por uma conquista, a espera pelo retorno. E este retorno não acontecerá.
A morte, por si só, é trágica e, quando se trata da morte de jovens ativos fisicamente e cheios de planos, é mais que trágica, é dolorosa, é insana. No entanto, há esperança para os enlutados e para aqueles que viveram a esperança eterna da salvação. A morte não é o fim, pois acredito que a morte foi vencida por Jesus. Não sei os processos depois da morte (nunca morri), mas eu acredito que a vida, mesmo que breve, vale a pena, porque do outro lado, após a morte nos encontramos com o Criador da vida, o Doador de sonhos e o cuidador de nossa alma. Ele determina tudo, até mesmo a continuação do fôlego para 6 passageiros que renasceram.
Tudo isso eu escrevi só para ressaltar. A vida é breve, portanto viva! Viver de verdade verdadeira só com a Verdadeira Vida!!!

#forcachape #forçachape #Chapeco 

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Comédias da Espanha

Tenho Netflix e isso me possibilita escapar da TV aberta.
Em várias andanças para encontrar um filme que vale a pena assistir, me deparei com uma nova investida dos espanhóis, o cinema. E eles estão de parabéns!
Todos os filmes que assisti tem humor, uma pegada de não querer desgrudar o olhos da tela, só para não perder as cenas que, na minha opinião, são muito bem representadas pelos atores. São artistas desconhecidos, mas eles têm o mais importante, que é o talento.
A maioria dos filmes que assisti traz a "crise financeira" no enredo, e esse bom humor de criar novas oportunidades, valorizando o que é essencial me fez ser fã.
Até o momento assisti os filmes:

- Sin filtro
- Requisitos para ser una persona normal
- Desnorteados
- Tenemos que hablar

Vou assistir outros... pena que não são dublados, mas nem por isso é menos legal... o bom é que dá pra aprender novas palavras e hablar

#comediasestrangeiras #filmes #netflix

domingo, 18 de setembro de 2016

O que é problema?


Quinta-feira. Início da tarde. Para ser exata, dia 15 de setembro de 2016. Assistindo TV me deparo com uma notícia "o ator Domingos Montagner foi nadar no Rio São Francisco e desapareceu".

Nesta hora a cabeça para por um tempo (milésimo de segundo) e logo conclui "é mentira!", depois pensa "será que é verdade?", depois repensa "como assim?". Ao pesquisar a notícia, confirma-se a veracidade do fato. Que triste fato! Ele está desaparecido.

Na expectativa de resposta, o tempo torna-se vilão e mocinho ao mesmo tempo. Enquanto a resposta não vem, a emoção toma conta do ser e só pensa "vão achar ele vivo". Quando a confirmação da fatalidade é anunciada a razão volta a fazer parte do ser "é...seria difícil achar com vida depois de tanto tempo".

Está aí a definição de problema, que compartilho, usando as palavras do texto USE FILTRO SOLAR: "As encrencas de verdade da sua vida tendem a vir de coisas que nunca passaram pela sua cabeça preocupada e te pegam no ponto fraco às 4 da tarde de um terça-feira modorrenta".

Há um problema para a família que agora terá que conviver com a ausência de alguém que não disse "adeus". Há um problema para a mente que viu o amigo ir embora e não pôde fazer nada.

O problema, acredito eu, nunca será solucionado, será minimizado, com o tempo e com a vontade de dizer que o problema não é maior que a Vida.

Não era terça, era quinta. Não era um boato, era um fato. Agora, é uma tristeza.

#miesperanca #domingosmontagner

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

A espera e eu

Esperar é caminhar.
     Caminhar é se cansar.
            Cansar é pensar em desistir.
                     Desistir é para os fracos.
                                   Fraca, eu não sou.
                                               Eu sou forte.
                                                       Sendo forte.
                                                              Vou prosseguir.

terça-feira, 19 de julho de 2016

ILEGAL

"Ilegal" é o nome do documentário que assisti e chorei. O documentário retrata a luta de mães/pais que precisam do canabidiol (maconha) para amenizar o sofrimento de seus filhos/familiares.
Eu me comovi ao assistir porque eu me coloquei no lugar dessas mães. Eu me entristeci por ver o jogo de interesses políticos e egoístas que rola e burocratiza qualquer medida, mesmo que seja para alterar um parágrafo sobre a liberalização para uso medicinal.
No momento de confronto de ideologias me deparo com a constante necessidade de avaliar todo o contexto e colocar em prática o mandamento de Jesus, que é amar a Deus acima de todas as coisas, e ao próximo como a gente se ama. Eu quero viver e eu vou fazer valer a vida do meu próximo também. Se eu agir com indiferença eu assumo minha falta de amor.
Durante o documentário fica nítido a sensação de impotência. Quando a sensação de impotência nos assola a vontade de viver se esvai, porque a luta pela vida confirma a impotência, e a partir disso não temos apenas a "sensação" de impotência, mas a certeza do quanto somos impotentes.
Em um depoimento uma mãe fala "tudo que foi modificado um dia foi enfrentado". Me apego a esse depoimento para enfrentar a vida. Eu quero que o meu amanhã seja melhor, então eu tenho que enfrentar o meu hoje. Mesmo sabendo que o amanhã a Deus pertence, eu preciso entregar o meu hoje nas mãos dele para eu conseguir enfrentar os dissabores, as impotências... só assim a vida é vivida, porque ainda há um fio de esperança para um amanhã melhor.
O documentário é dedicado aos que lutam por seus direitos.
O documentário não é uma apologia ao uso deliberado da maconha.

Há um site mais explicativo sobre o assunto http://apepi.org/